sexta-feira, 5 de abril de 2013

PEC das Domésticas é promulgada


Brasília - O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), promulgou hoje (2) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que amplia os direitos trabalhistas das empregadas domésticas, conhecida como PEC das Domésticas. Em cerimônia da qual participaram também seis ministros, Renan comparou a promulgação da PEC com a assinatura da Lei Áurea. “Hoje, 125 anos depois do fim da escravidão, somente hoje estamos fechando a última senzala e jogando a chave fora”, disse o presidente do Congresso.
Para Renan Calheiros, a extensão dos direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) às trabalhadoras domésticas trará benefícios a toda a sociedade. “De um lado, os trabalhadores domésticos terão garantidos os seus direitos; de outro, será elevado o nível de profissionalização da categoria. Dessa forma, antes de representar uma vantagem somente para os empregados domésticos, a nova lei, que iguala direitos, é um ganho para todos os brasileiros”, disse na cerimônia.
A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, representou a presidenta Dilma Rousseff na cerimônia e disse que a PEC torna o país mais democrático. Em seu discurso, Ideli disse que não é possível ter “democracia em um país com diferença de reconhecimento e de direitos” e que somente agora isso está sendo alcançado. “O trabalho doméstico é trabalho e quem o executa tem que ser reconhecido como trabalhador pleno”, disse a ministra.
Após a cerimônia, a presidenta da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas, Creuza Maria Oliveira, foi bastante cumprimentada. Emocionada, Creuza disse que a data é histórica e que uma injustiça está sendo reparada. Para ela, uma nova etapa começará a partir da publicação, amanhã (3), da PEC que foi promulgada hoje.
“Nós sabemos que a guerra está só começando. Ainda temos muitas coisas para enfrentar, como a regulamentação e como conscientizar a sociedade de que nós, trabalhadoras domésticas, fazemos parte da classe operária brasileira e por isso merecemos ser reparadas pelos longos anos que construímos a sociedade”, disse.
A PEC foi aprovada no dia 26 de março por unanimidade entre os senadores presentes. Participaram da cerimônia de promulgação hoje os ministros da Previdência, do Trabalho, da Secretaria de Direitos Humanos, da Secretaria de Políticas para a Mulher, de Relações Institucionais e da Secretaria Geral da Presidência da República.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: Agência Brasil

O AMPARO ÀS EMPREGADAS DOMÉSTICAS

Foto: Agência Senado.
Aos poucos ocorrerão as devidas adequações...
 
PEC das Domésticas é aprovada por unanimidade: 66 votos a 0 
 
  O Senado aprovou por unanimidade nesta terça-feira (26), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2012, que garante aos empregados domésticos direitos já assegurados aos demais trabalhadores. A proposta, aprovada em primeiro turno na semana passada, deve ser promulgada na terça-feira (2), em sessão do Congresso marcada para o meio-dia.

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Foto: CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros

De acordo com o texto, as novas regras entram em vigor na data da publicação, o que também deve ocorrer na próxima semana. Alguns dos direitos são imediatos, como a jornada definida, com limite de 8 horas diárias e 44 semanais, e as horas extras. Para outros, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o texto prevê a necessidade de regulamentação.
 
Fonte: Agência Senado.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Eu, capitão

Navegar por rios e canais da Europa a bordo de uma pénichette é um ótimo jeito de conhecer vilarejos escondidos e castelos. E de virar marinheiro, já que é você que pilota o barquinho.
 
Viver como a família Schürmann – conhecendo o mundo inteiro a bordo de um barco – pode não ser o seu sonho de consumo. Mas, e se desse para ter um pouco dessa experiência nas férias, apenas por dias ou semanas, sem precisar de nenhum conhecimento de navegação? Pois isso é possível na Europa. Basta alugar uma pénichette, o barquinho que funciona como uma casa flutuante, escolher o roteiro e embarcar nessa aventura literalmente. O aluguel de pénichettes é uma prática comum nos países europeus cortados por rios e canais, sobretudo na França, desde a década de 1970.
A paisagem bucólica do Canal de Houillères de la Sarre, na região da Alsácia-Lorena, na França
 

A paisagem bucólica do Canal de Houillères de la Sarre, na região da Alsácia-Lorena, na França - Foto: Locaboat/Palomba
A embarcação é uma versão míni dos péniches, os grandes barcos que existem desde 1803 e transportam mercadorias pelos canais europeus. Há passeios na Bélgica, Alemanha, Holanda e Suíça – eles geralmente começam em território francês –, e também na Itália, Irlanda, Inglaterra, Escócia e Polônia. Ao todo são cerca de 150 roteiros nesses países, e na maioria dos casos você define o trajeto: pode começar e terminar no mesmo ponto ou em outro completamente diferente (basta ter um posto da locadora no local escolhido).
Fim de tarde no deque do barquinho
Fim de tarde no deque do barquinho- Foto: Locaboat/Palomba

Mais de 70 mil turistas alugam a embarcação todos os anos numa das dezenas de empresas especializadas a preços desde € 439 por seis noites (para duas pessoas) – em geral muito mais barato do que ficar em um hotel razoável de alguma cidade turística europeia. E, apesar de ainda ser um programa pouco conhecido por aqui, alguns brasileiros já se aventuraram pelos canais europeus. Maior locadora de pénichettes da Europa, a Locaboat alugou suas embarcações para 250 brasileiros em 2011. Entre seus clientes está o engenheiro carioca Paulo Valença, que já embarcou três vezes numa pénichette com a família e os amigos, sempre na França. A última viagem foi em abril de 2012, no Canal du Midi, entre Négra e Argens, no sul do país. “Eu achava que a viagem seria chata, mas me enganei”, diz ele. “Conheci cidadezinhas o tempo todo. O dia passava sem me dar conta”, afirma.

Dia de navegação pelos canais
 
Dia de navegação pelos canais- Foto: Locaboat/Palomba
 
Por dentro da França
Esse trecho do Canal du Midi, de 118 quilômetros (o canal inteiro tem 240), é o roteiro mais procurado para os passeios de pénichette (veja no quadro abaixo). Ele foi construído em 1681 com o objetivo de transportar mercadorias do Mediterrâneo ao Atlântico sem precisar contornar a Espanha pelo Estreito de Gibraltar, e hoje sua função é exclusivamente turística. Ao navegá-lo você passa por pontes, aquedutos, campos de girassóis, áreas dedicadas à vinicultura e mais de 60 eclusas (os elevadores aquáticos que fazem os barcos subir ou descer em trechos onde há desníveis). No itinerário estão vilarejos medievais como Négra, Castelnaudary, Bram, Carcassonne e Trébes. Há outros dois roteiros famosos no país. Um deles é o da Bretanha, no oeste da França, que vai do Canal de Nantes a Brest. São 142 quilômetros e 30 eclusas pelo caminho, passando por cidadezinhas como La Gacilly, cheia de construções medievais, e Josselin, cujo destaque é o Castelo de Josselin, na beira do canal. O outro trajeto é entre as cidades de Lutzelbourge Estrasburgo, na Alsácia-Lorena, região que é berço do foie gras e que concentra o maior número de restaurantes três estrelas do Guia Michelin no mundo. O trecho tem 114 quilômetros e 62 eclusas.

A vida é leve no Canal du Midi, roteiro preferencial dos marinheiros de primeira viagem
A vida é leve no Canal du Midi, roteiro preferencial dos marinheiros de primeira viagem- Foto: Locaboat/Palomba
 
Como não há agências especializadas no Brasil, é preciso entrar em contato com a empresa de locação – você pode fazer a reserva online. Nelas há barcos de vários tamanhos, geralmente entre 9 e14 metros de comprimento e entre 3 e 4 metros de largura. Os menores têm capacidade para um casal, os maiores acomodam até 15 pessoas. Os quartos podem ter cama de casal, camas de solteiro ou bicamas, e a embarcação conta ainda com minibanheiro com pia e chuveiro quente, cozinha acoplada à sala de jantar e uma cabine central com o manche e o painel de controle. Detalhe que pode fazer toda a diferença: não é preciso habilitação para pilotar o barco. Não é necessário, aliás, nem saber como manejá-lo; basta ter mais de 18 anos. Na hora de retirá-lo da locadora, um funcionário dá uma aulinha de 30 minutos: explica como programar o painel de controle, manejar o leme e proceder nas eclusas. Esse costuma ser o momento mais “tenso” da viagem porque é necessário estacionar o barquinho num compartimento fechado, mas na verdade não há muito com que se preocupar: no local existe sempre um funcionário à disposição, o éclusier, para acudir turistas em apuros. “Além de ajudar na manobra, o éclusier é um sujeito que costuma vender itens que produz em casa, como mel, verduras e guloseimas”, diz a empresária carioca Marta de Andrade Lima Valença, de 36 anos, que já viajou duas vezes de pénichette. “Um deles fez festa quando soube que eu era brasileira. Acho que eles são mais calorosos com a gente.”

A cabine da pénichette com edredons fofinhos
A cabine com edredons fofinhos - Foto: Locaboat/Palomba
 
Dirigir o barquinho é muito fácil. Depois que o motor é ligado, ele navega praticamente sozinho; o piloto só precisa virar o leme para a direção desejada e dar ré, se necessário. Não há correnteza, e a velocidade é baixíssima: mantém-se entre 6 e 8 quilômetros por hora o tempo todo. Por isso, o piloto tem tempo suficiente para desviar de algum obstáculo pelo caminho se houver necessidade. A ocorrência de acidentes é tão rara que as empresas nem sequer têm registros ou estatísticas. De qualquer maneira, é necessário seguir algumas regras de segurança durante a navegação. Os barcos só podem trafegar à direita (se não houver nenhuma embarcação vindo em sentido contrário, pode-se ir pelo meio do canal). É proibido navegar à noite na maioria dos canais. Pare em alguma das marinas e retome a viagem na manhã seguinte.

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O Canal du Midi é o preferido de ciclistas despreocupados - Foto: Locaboat/Palomba
 
Antes de partir, você recebe uma planta baixa do percurso com a localização das eclusas, pontes e marinas. Nesse momento é fundamental calcular quantos quilômetros precisam ser percorridos por dia a fim de chegar ao destino final na data marcada – no Canal de Midi, por exemplo, devem-se navegar cerca de 20 quilômetros por dia (4h30 de viagem) para completar o trajeto em uma semana. A maioria dos roteiros é sinalizada: placas indicam quanto falta para chegar até a próxima eclusa, por exemplo. Gasta-se meia hora para ultrapassar cada uma – se tiver fila, pode demorar mais.
 
A rotina de um dia de viagem é, digamos, slow. Logo cedo, ainda na marina, você vai com a bicicleta alugada até o mercadinho mais próximo e volta com pães quentinhos, croissants, queijos e frutas frescas para o café da manhã – e, quem sabe, aproveita para comprar uma garrafa de vinho para bebericar durante a navegação (custa em média € 5). Depois de algumas horas de viagem e várias eclusas pelo caminho, o barco chega a um vilarejo. Você ancora na marina, tranca tudo e sai para conhecer o lugar. Uma hora mais tarde retorna à embarcação, dessa vez com verduras e carnes para preparar o almoço a bordo. No fim do dia, “estaciona” em outra marina para pernoitar. Sai para jantar em um restaurante bacana do vilarejo e volta ao barco. Conversa vai, conversa vem, e todos dormem cedo para começar tudo de novo no dia seguinte. Superb.
 
Casa flutuante
Veja como é a pénichete 1107W, um dos modelos mais populares da embarcação

Pénichette
 

Ilustração: Martini
1 - O motor é a diesel, com potência de 37 cv, e a velocidade média é baixíssima: varia entre 6 e 8 km/h. Ele fica localizado na parte central do barco.
2 - A energia elétrica é fornecida por um alternador que é acionado pelo motor. As baterias podem ser recarregadas em qualquer um dos portos onde os barcos ficam atracados à noite.
3 - O painel de controle, localizado na cabine central do barco, é automático. Assim que o motor é ligado, a embarcação navega praticamente sozinha. Quem pilota precisa apenas manejar o leme – e, claro, ligar e desligar o motor.
4 - A água do chuveiro (que é aquecida pelo motor ou pela caldeira), pias e vaso sanitário também precisa ser reposta. Dá para abastecer o reservatório nas marinas por € 1 – há uma mangueira no local em que o barco fica atracado.
5 - Há cabines com uma cama de casal ou uma cama de casal e uma de solteiro. Em alguns casos há bicamas. Todas contam com roupa de cama, travesseiros e edredons. Em muitos barcos há TV.
6 - A cozinha é acoplada à sala de jantar. Tem fogão de duas ou três bocas com forno, pia e geladeira, além de mesa e cadeiras. Nos armários há pratos, talheres, copos, xícaras, panelas, abridor de latas e de vinho.
7 - A cabine central conta com portas de vidro e entrada nas duas laterais. E todas as cabines dispõem de janelões.
8 - Ninguém passa frio ali dentro: todos os barcos têm calefação.
9 - O convés tem um compartimento para acomodar bicicletas (até cinco, em média), que podem ser alugadas na maioria dos vilarejos ao redor do canal (cerca de € 40 por uma semana).
 
Via fácil
Atrações do Canal du Midi, no Sul da França, perfeito para as pénichettes
A França é o país com o maior número de canais utilizados pelas pénichettes. Ao todo são mais de 9 mil quilômetros de vias navegáveis em todo o país. E o Canal du Midi é o mais popular entre os turistas. O roteiro tem vilarejos charmosos, com difícil acesso por terra; é muito mais fácil fazer a visita de barco. De Paris, vá às cidades de Toulouse (40 km de Négra) ou Narbonne (30 km de Argens-Minervois) de trem TGV (eurail.com), ou de avião até Carcassonne.

Mapa do Canal du Midi, na França
Mapa do Canal du Midi - Mapa: Martini
1 - NÉGRA
O roteiro começa (ou termina) aqui. O trajeto é de 118 km. Para completá-lo em uma semana, é necessário navegar cerca de 4h30 por dia. Nesse vilarejo, os barcos são abastecidos com frutas frescas e garrafas de vinho regionais da Borgonha, que custam em média € 5.
2 - CASTELNAUDARY
Parada obrigatória para experimentar um dos cassoulets (prato com feijão-branco e vários tipos de carne) mais famosos da França. O do restaurante Le Cassoulet, no L´Hôtel de France (hdefrance.com), é conhecido há mais de um século e servido em potes de cerâmica por € 15.

Cassoulet do Le Cassoulet
Cassoulet do Le Cassoulet - Foto: Reprodução
3 - BRAM
A vila é circundada por campos verdes, ideais para passeios de bike. A creperia Le Flibuste (23 Place Carnot) serve vinhos da Bretanha e um famoso crepe de banana com sorvete artesanal.
4 - TRÉBES
A partir dessa cidade, os arredores são cheios de vinícolas, videiras e jardins de girassóis. Aqui, visite a igreja gótica de Saint-Étienne, do século 14.
5 - CARCASSONNE
Ponto alto do roteiro. A cidadezinha recebe mais de 3 milhões de visitantes por ano, que circulam ao redor de muralhas do século 11. Seu majestoso castelo medieval, o Château Comtal (1 Rue Viollet Le Duc), é cercado por 59 torres. Para jantar, a Brasserie du Donjon (4 Rue Porte d´Aude) serve pratos da culinária ancestral francesa, como foie gras grelhado.

O Château Comtal, em Carcassonne, na França
O Château Comtal - Foto: Reprodução
6 – ARGENS-MINERVOIS
A comuna francesa faz parte de Languedoc-Roussillon e tem menos de 400 habitantes. O cenário não decepciona: há um castelo do século 19, vinícolas e jardins que reúnem muita gente fazendo piquenique.
++ O percurso tem 65 eclusas, os elevadores aquáticos que permitem aos barcos subir ou descer em trechos onde há diferença no nível do leito das águas. A maioria fica perto de Carcassonne. Nelas há um funcionário para ajudar a manejar o barco se necessário.

Eclusa no Canal du Midi, no Sul da França
Eclusa no Canal du Midi, no Sul da França - Foto: Divulgação
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Fonte: Viajequi.
 

Punta del Este

Praia em Punta del Este
Localizada em um estreita faixa de areia entre o Atlântico e o Rio da Prata, a uma hora e meia de Montevidéu, Punta del Este reúne em um mesmo lugar todos os elementos necessários a um balneário de sucesso. Tem praias para todos os estilos (desde as de águas calmas ideais para crianças até as mais agitadas), oferece ampla variedade de lojas de grifes e galerias para os visitantes de bolsos mais folgados (a principal clientela do destino). Conta, também, com calçadões e vias de pedestres para serem desfrutadas pelos jovens e cinquentões que desfilam por esse destino conhecido como “a Pérola do Uruguai”. Isso sem falar em uma infraestrutura de primeira, com pousadas charmosas, hotéis com serviço e acomodações impecáveis e restaurantes que, dos mais simples aos estrelados, agradam aos mais variados paladares.
 
Prepare a carteira, pois os preços por aqui durante o verão sul-americano seguem o mesmo nível dos ricos e famosos que vêm dos países vizinhos. Destinos próximos mais tranquilos como José Ignacio também valem a visita. Situado a 45 quilômetros de Punta, esse antigo vilarejo de pescadores se transformou em um destino hippie-chique que reúne praias mais vazias, bares pé na areia e um estilo rústico típico das cidades de interior do Uruguai.
 
No entanto, para quem quer badalação, a pegação pode acontecer na areia da praia, mas é em boates em La Barra e La Mansa que a festa realmente acontece.
 
COMO CHEGAR
São três as formas de se chegar a Punta del Este. A primeira é de avião, desembarcando no Aeroporto Internacional de Punta del Este (www.puntadeleste.aero), a 25 quilômetros do Centro. A TAM (www.tam.com.br) tem voos diários entre São Paulo e Montevidéu e faz o trajeto até Punta com conexão em Buenos Aires. Outra forma de chegar a Punta, já a partir de Montevidéu, é pegar um ônibus no Terminal Tres Cruces, pelas companhias rodoviárias Copsa (www.copsa.com.uy) e Cot (www.cot.com.uy). A terceira maneira é de barco, que pode sair dos portos de Buenos Aires, Montevidéu e Colonia del Sacramento.
 
COMO CIRCULAR
Esqueça os ônibus, raros e infrequentes, e os táxis, bem caros. Para quem não quer circular muito o ideal é pegar uma bicicleta e encarar os trajetos com disposição. Já para os que querem se aventurar pelas praias e estâncias mais distantes nada como alugar um carro. Há várias locadoras operando no aeroporto.
 
ONDE FICAR
Pousadas, hotéis-butique, resorts chiquetosos com spa, cavalos e cassino: há de tudo e para (quase) todos em Punta del Este. O ideal é escolher sua hospedagem junto à praia que tem o seu perfil. Para quem deseja passar uma curta temporada por lá vale a pena checar as ofertas de aluguel de casas e apartamentos, uma opção diferenciada, bacana e, muitas vezes, bastante econômica. Entre os serviços que oferecem oportunidades estão Solanas Vacation Club (www.solanasvacation.com.ar), Estar en Punta (www.estarenpunta.com) e Alquilar Punta del Este (www.alquilarpuntadeleste.com).
 
PRAIAS
José ignacio - praias sossegadas, algumas quase desertas, no maior estilo hippie-chique. Para os que querem relaxar, namorar e, realmente, descansar. Recomendado para famílias e casais.
 
La Barra - Surfe, azaração e baladas sem fim é o que os visitantes encontrarão nas praias do balneário, como Bikini e Montoya. Para surfistas, jovens, solteiros.
 
La Brava - É aqui que estão os famosos dedos que brotam da areia. É muito bem estruturada, com serviços de praia. Como o próprio nome diz, as ondas batem forte por aqui.
 
La Mansa - Muita gente só aparece por aqui por conta da ferveção das boates. De dia, a moçada dá lugar para as famílias em busca da águas calmas para as crianças. A faixa de areia plana é ótima para caminhadas.
 
ONDE COMER
Punta del Este tem uma excelente oferta de restaurantes, cafés e bares. Algumas das mesas mais disputadas estão em praias mais distantes, daí a necessidade de ter um bom transporte. Aqui você também pode até encontrar excelentes carnes, asados e empanadas, mas não deixe de explorar outras especialidades. Pescados, franceses e italianos estão entre os melhores. Tudo, é claro, acompanhado por um bom vinho uruguaio.
 
COMPRAS
Na alta estação, boa parte do PIB uruguaio (e dos países vizinhos) está passeando pelas ruas de Punta del Este. É fácil imaginar então quão bem sintonizadas as vitrines locais com as últimas tendências. A Avenida Gorlero é o epicentro deste movimento, principalmente entre a Calle 30 e a Plaza Artigas. Muitas lanchonetes, restaurantes e galerias pelo caminho, oferecendo grifes como Louis Vuitton, Versace e Valentino.
Já na própria Plaza Artigas é montada uma feirinha de artesanatos que acontece todos os dias.
Informações ao viajante
  • Espanhol
  • Peso Uruguaio
  • 000-455
  • Não é necessário
  • Não há exigências específicas
  • SES, Qd. 803, lote 14, Brasília (DF)
    61 3322-1200
 
Entre setembro e abril, o país registra o menor índice de chuvas. No verão, os termômetros não ultrapassam os 28ºC, ideal para aproveitar as praias, mas também a época mais concorrida (e cara) para visitar Puntadel Este.
 
Fonte: Viajeaqui.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Na outra margem

Da coluna do amigo e jornalista Bernardino Santos. Concordo plenamente!
O Liberal, domingo, 10 de fevereiro de 2013.
 
"Ninguém pediu minha opinião, mas acho que o governo poderia aproveitar a outra margem do rio, na Ilha das Onças, com uma estrutura voltada para o ecoturismo, preservando as características originais, com trilhas ecológicas, arvorismo, passeios pelos igarapés, maloca indígena, etc...
 
Seria uma Ecocidade em frente a Belém, ligada com lanchas rápidas e confortáveis que aportariam na Estação das Docas. O investimento iria atrair turistas, criando emprego e renda para nossa gente. Fica a Sugestão."
 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Miniguia Viagem: Paris

Fique, coma, compre e se divirta por muito pouco (ou nada) na Cidade Luz
 

 
Foto: Diomedia
O bairro de Montmartre, em Paris
O bairro de Montmartre, em Paris

A beleza e o esplendor de Paris são unânimes. Flanar por suas majestosas avenidas, perder-se em suas vielas, admirar o vai e vem dessa cidade que mantém o charme de outrora sem descuidar das benesses da vida contemporânea são alguns dos grandes prazeres que o viajante pode ter. Paris deixa na memória sons, cenas, cheiros, cores, imagens, gostos que o visitante dificilmente esquece. O poeta francês Victor Hugo escreveu certa vez que “respirar Paris conserva a alma”. Com tanta formosura em cada esquina, difícil é conservar seus euros na carteira. Mas não impossível. Ao terminar a leitura deste miniguia você vai se dar conta de que há uma Paris muito longe de praticar, digamos, preços parisienses. É possível degustar refeições completas de promessas da haute cuisine por € 25, mudar de look por € 10, encarar um muito bem servido brunch por € 20 e até comer cuscuz com procedência de origem e mexilhões com fritas sem pagar absolutamente nada por isso. Há aqui endereços para ficar, comer, passear, agitar e comprar para você sair com a autoestima lá em cima – e os bolsos muito bem protegidos.
  • FICAR
Mary's Hotel Localizado numa rua tranquila próxima à Republique, é centralíssimo. A decoração é um pouco cafona, mas releve. Os melhores preços estão na internet. 15, Rue de Malte, metrô Oberkampf, marys-paris-hotel.com; desde € 58; o café da manhã é pago à parte e custa € 7,50.

Paris Modern Hotel Aos pés da colina de Montmartre, pertíssimo do Moulin Rouge, é perfeito para aproveitar a vocação boêmia do bairro. Todos os 35 quartos são simples, mas têm camas e duchas em ótimo estado. 3, Rue Forest, metrô Place de Clichy ou Blanche, paris-modern-hotel.com; desde € 59; permanência mínima de três noites; o café da manhã, pago à parte, custa € 5.
  • COMER
La Cordonnerie Com uma clientela bastante eclética, esse bar cabila (tocado por argelinos de origem berbere), verdadeira instituição parisiense, criou há anos uma fórmula genial que foi replicada pela concorrência: oferecer cuscuz e moules et frites (mexilhões e fritas) gratuitos uma vez por semana. Diz-se que tudo começou como pagamento de promessa. verdade ou não, o importante é que se pode comer gratuitamente e pagar um preço justo pela bebida (€ 4 pelo pint de cerveja). A boca livre é só às quintas, às 21h, mas é bom chegar com 1h30 de antecedência. 142, Rue de Saint- Denis, metrô Réamur-Sebastopol.

L’Afghani Em uma ladeira de Montmartre, um verdadeiro achado. Esse restaurante serve uma preciosidade, o ravióli de alho-poró com molho de feijão vermelho e carne moída bem condimentada com um toque de iogurte ao alho. O prato em questão é o ashak, tradicional na cozinha afegã. Bom motivo para conhecer esse charmoso e petit restaurant. O anfitrião tem sorriso marcante e adora dar canjas em seu bandolim. a decoração sugere um país de grandes maravilhas (ao menos em sua fase pré-talibã). o menu, com pratos desde € 9, faz a gente querer ir a Cabul no dia seguinte. 16, Rue Paul Aubert, metrô Château Rouge; 2a/sáb 20h/23h.

La Popote du 18 Depois de um sábado de excessos (ou não), o domingo pede conforto. o que, em Paris, pode ser traduzido por uma palavra inglesa: brunch. Para saciar as necessidades do corpo e da alma, os chefs Fred e noor propõem um brunch tradicional e generoso. os convivas podem escolher entre o petit, composto de sucos, pães, bebidas quentes e ovos mexidos, além de um prato temático acompanhado de batata sautée e salada verde (€ 12). Se o apetite for ainda maior, sirva-se nos bufês e coma à vontade por € 20. 184, Rue Marcadet, metrô Lamarck- Caulaincourt, lapopotedu18.fr; dom 11h30/17h.

Our Kebab é aquele sanduíche turco barato que mata a fome na madrugada, algo muito desejável em uma metrópole cosmopolita. Agora considere conhecer um lugar onde o kebab é também uma refeição balanceada. Um antigo engenheiro nuclear está por trás deste kebab chique de Paris. No pão turco com grãos de papoula vão carne marinada em limão e especiarias e molho com um toque de gengibre. Coma sem moderação. 41, Rue de Londres, metrô Saint-Lazare, 98191-7829, ourkebab.com; 2a/3a 10h/16h, 4a/6a 10h/22h; desde € 5,90.
  • PASSEAR
La Bellevilloise Essa antiga cooperativa de trabalhadores agitou a vida cultural do 20º arrondissement na primeira metade do século 20. Em 2005, a proposta ressurgiu em moldes menos engajados, mas com muita diversidade de espetáculos. Além do loft do bar e do espaço de exposições, a casa tem local para apresentações musicais semanais bem bacanas. Artistas promissores de jazz, folk, rock, electro e salsa podem ser degustados de graça. 19-21, Rue Boyer, metrô Ménilmontant, labellevilloise.com.

Le Petit Palais Legado da da Exposição Universal de 1900, abriga o museu da Escola de Belas Artes de Paris e seu acervo de mais de 1 300 obras do século 19. Há ali telas de Delacroix, Ingres, Géricault, Carpeaux e também algumas obras da Escola de Barbizon, na qual se destacaram pintores paisagistas como Corot e Millet. Ótimo lugar para um café são os jardins do Palácio. Avenue Winston Churchill, metrô Champs-Élysées-Clemenceau, petitpalais.paris.fr; 3a/dom 10h/18h.

Musée Carnavalet As diversas facetas históricas de Paris se conservam nas mais de 100 salas do majestoso edifício, um modelo da arquitetura renascentista, do século 17. Cumpre dizer que é, sem dúvida, um dos museus mais parisienses da cidade. A exposição permanente apresenta objetos arqueológicos, móveis, fotografias, retratos de personagens ilustres, maquetes de prédios, testemunhos da vida cotidiana de outrora, pinturas, tudo consagrado à memória da capital. Reúne ainda um material único sobre os detalhes da Revolução Francesa. Bastante agradáveis e bucólicos são os jardins do interior. Valem uma bela pausa. 23, Rue de Sévigné, metrô Saint-Paul ou Chemin-Vert, carnavalet.paris.fr; 3a/dom 10h/18h; grátis.

Musée Fragonard Um perfume pode colocar um tempero a mais no jogo da sedução. As mulheres do século 18 deviam saber bem disso. Elas carregavam entre os seios um pequeno frasco que as socorria inclusive em caso de desmaios. Os homens que as detinham nos braços eram encarregados de abrir o frasco e espargir seu conteúdo nas desconhecidas. Algumas mais espertas fingiam desvanecer para conquistar o amado. Artimanhas como essas, as diferentes técnicas de extração das fragrâncias, a evolução da fabricação de perfumes e outras curiosidades são contadas na visita guiada. 9, Rue Scribe, metrô Opera, fragonard.com; 9h/17h; grátis.
  • AGITAR
104 Centquatre Centro de arte contemporânea, o 104 é palco de um interessante costume francês, o baile. Aqui, os antigos bailes populares voltaram na sessão Le Bal Pop. O lugar tenta reconstruir um ambiente fin-desiècle, com guirlandas e lampiões como parte da decoração. Valsa, java (estilo francês com predominância do acordeão), rumba, tango e até forró embalam os convivas. Não há idade mínima (nem máxima) para aproveitar os embalos, que acontecem sempre no primeiro sábado do mês. 104, Rue d’Aubervilliers, metrô Riquet, 104.fr.

Au Bon Plaisir Uma pequena associação para descobrir com moderação, a Au Bon Plaisir promove encontros entre os donos das caves e o crescente grupo de amantes e curiosos do vinho. São os próprios produtores que apresentam apaixonadamente as nuances, as cores, as castas, enfim, o paladar de suas obras. As degustações que seguem, em dois sábados por mês, ficam então mais prazerosas. 104, Rue des Pyrénées, metrô Buzenval, caves-aubonplaisir.fr; sáb 11h/13h e 15h/19h.

Le Bouillon Belge O “Vigésimo”, o 20º arrondissement, começa a ganhar uma cara nova com empreendimentos bacanas, diferentemente do cotê “Republique- dos-remediados” que sempre teve. Este bar se tornou um dos preferidos da juventude parisiense boêmio-burguesa. Tem uma carta com mais de 40 cervejas e também aposta na fórmula do cuscuz gratuito, aqui às quartas, sempre às 21h. 6, Rue Planchat, metrô Avron ou Buzenval, lebouillonbelge.fr.

Rosa Bonheur É a happy hour mais disputada de Paris – tente chegar antes das 18h. Cercado pelo ambiente bucólico do Parque Buttes-Chaumont, este bar faz uma opção pela alegria. Aqui é domínio da guinguette, um lugar para dançar. O DJ destila os últimos hits do rock, do electro e do synthpop. A dança ao ar livre atrai sobretudo profissionais do cinema, da arte e da moda. Uma experiência que se pode chamar de exclusiva. 2, Avenue de la Cascade, metrô Botzaris, rosabonheur.fr; 5a/dom 12h/0h.

Tribal Café Escondido em uma ruela de pedestres ao abrigo da confusão da adjacente Rue du Faubourg-Saint-Denis, esse bar reúne jovens hypados e senhores de origem berbere que aqui passam o tempo principalmente a jogar cartas. Às quartas e quintas, moules et frites são servidos de graça. Ponto positivo também para as batatas do cardápio, preparadas artesanalmente. Já às sextas e aos sábados reina um suculento cuscuz acompanhado das veneráveis linguiças merguez norteafricanas. 3, Cours des Petites- Ecuries, metrô Château d’Eau.
  • COMPRAR
Epistrophê Café O chocolate quente e os biscoitos de forno não são os únicos motivos para vir aqui. No Marais, este local é um misto de brechó chique com salão de café charmoso. No menu, as guloseimas disputam espaço com peças de Marc Jacobs, Chloé e raridades de coleções vintage. É a anfitriã Aurélie quem garimpa as peças, usadas ou não, e as expõem em perfeito estado. 17, Rue de Picardie, metrô Filles du Calvaire, epistrophe17.tumblr.com; 3a/sáb 12h/20h, dom 12h/18h.

Kilo-Shop Um local que é preciso conhecer. A loja tem uma maneira um tanto peculiar – e atraente – de vender roupas. Já imaginou colocar no carrinho 500 gramas de cachecol, 700 de escarpins, 2 quilos de camisas xadrez e 3/4 de jeans?!? O conceito empregado é o mesmo do mercadinho ao lado de casa: é a balança que dá o preço final. Esse brechó gigantesco com cara de butique fina propõe uma caça ao vintage em seções divididas em categorias, cores e motivos. E você não encontrará nada empoeirado: os artigos são previamente selecionados e lavados. No jogo do peso, uma camisa de seda leva vantagem sobre um casaco de pele, e um jeans Levi's 501 de 700 g sai por € 14. 69-71, Rue de la Verrerie, metrô Hôtel de Ville, 96713-7954, kiloshop.fr; 2a e dom 13h30/20h15; 3a/sáb 11h30/20h15.
  • SÓ PARA MULHERES
Camille Albane A escola de cabeleireiros presente em mais de 14 países busca passar a seus alunos o espírito rive gauche da marca: ousadia, energia e modernidade com a pretensiosa proposta de revelar a personalidade de cada mulher por meio do look de seus cabelos. 50, Rue de la Chausséed'Antin, metrô Chaussée-d'Antin, 14359-3132, camillealbane.com; 2a/5a 9h/18h; desde € 10.

Dessange Formation Monsieur Jacques Dessange abriu seu primeiro salão em um endereço ultraluxuoso, a movimentada Avenue Champs- Elysées, nos anos 1950. Seus cortes e penteados acabaram por se transformar em uma referência na indústria de luxo – pode-se dizer que são verdadeiras obras de arte. Elegância e vanguardismo são as premissas deste lugar. 51, Rue du Rocher, metrô Europe, 14470-0808, dessange.fr; 2a/4a 10h/17h; desde € 10.

Toni&Gui Academie Inaugurado em Londres, nos anos 1960, por dois irmãos italianos, este salão conquistou diversos prêmios em competições de beleza na Inglaterra. O estilo descolado e urbano dos fratelli e de seus discípulos difunde o visual londrino pelas madeixas de muita gente moderna mundo afora, já que existem mais de 400 salões da marca espalhados por 50 países. 1, Place André Malraux, metrô Palais Royal – Musée du Louvre, 14020-1593, toniandguy-academy.fr; grátis. Agende com duas semanas de antecedência pelo e-mail toniandguy.academy@ wanadoo.fr.

Estrelas sem cifrões   Coma em um futuro Michelin desde € 25.
Uma simples garfada é coisa séria em Paris. Ainda mais quando se fala em alta gastronomia. Pense na qualidade dos ingredientes, na apresentação dos pratos, na criatividade do chef, no serviço, na decoração. Toda a enorme indústria que há por trás da haute cuisine começa nas diversas escolas hoteleiras francesas, celeiros também de grandes chefs. Foi nessas escolas que gente como Jacques Lameloise, do três-estrelas Lameloise, e Mathieu Viannay, do La Mère Brizier, recebeu suas primeiras críticas. Nós entramos na parte boa: experimentando essa futura cozinha de autor por uma quantia simbólica. Amuse bouche, entrada, prato, tábua de queijos, pré-sobremesa e sobremesas (à volonté) por apenas € 30. A École Ferrandi, conhecida pela excelência dos cursos de gastronomia, abriga o Le 28 (8, Rue de l’Abbé-Grégoire, metrô Saint- Placide, 14954-1731, reservas pela manhã, ferrandi-paris.fr; 2a/6a 12h30/14h, 2a/3a 19h30/21h30; almoço € 30 e jantar € 40). No menu, musse de aipo, suflê de topinambour (tubérculo com gosto de alcachofra) com baunilha, bochechas de boi reduzidas no vinho e peras recheadas com roquefort.

Já no Institut Vatel (122, Rue Nollet, metrô La Fourche ou Brochant, vatel.fr; 2a/6a 20h/22; desde € 25), o primordial é a qualidade do serviço, pois a escola é especialmente hoteleira. Por isso, “bonjour” e “monsieur” são repetidos em coro pelos aprendizes sorridentes. Tem foie gras no pão de especiarias, medalhão de mignon ao molho de trufas, uma seleção de queijos artesanais e um bufê com mais de 15 sobremesas a escolher, como mil-folhas, torta de figo, musse de chocolate...
 
Fonte: Viaje aqui.
  

domingo, 20 de janeiro de 2013

Governo lança programa de voluntariado para Copa das Confederações

Ministro dos Esportes Aldo Rebelo. Foto: Agência Brasil.
Nesta terça-feira, dia 22, às 11h, será lançado o programa Brasil Voluntário para a Copa das Confederações, plano de voluntariado do governo federal que funcionará paralelamente ao da FIFA. Na cerimônia de lançamento, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, receberá os jornalistas para uma coletiva de imprensa na auditório térreo do Ministério do Esporte (Esplanada dos Ministérios, Bloco A).

Estarão presentes também o secretário executivo do Ministério, Luis Fernandes, o chefe de Gabinete e coordenador do Brasil Voluntário, Vicente Neto, e o CEO do Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, Ricardo Trade.

O Brasil Voluntário selecionará 7 mil voluntários que atuarão durante a Copa das Confederações, de forma coordenada com os selecionados pela FIFA. No segundo semestre, o programa será ampliado para a Copa do Mundo.
Rafael Massadar
Fonte: Mercado e Eventos.