sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CARNAVAL NO EXTERIOR

A Flot Operadora Turística preparou uma seleção de pacotes internacionais para quem quer fugir da agitação durante o carnaval.
 
O pacote de três noites para Buenos Aires tem partida em 9 de fevereiro e inclui almoço em Puerto Madero.
 
Outra opção é escapar para Cancun, no México. O pacote de seis noites tem saídas entre 8 e 10 de fevereiro. Os roteiros incluem passagem aérea, hospedagem com café da manhã, traslados e cartão de assitência.
 
Acesse: www.flot.com.br
 
Fonte: Revista Host

Confira as Notícias do Turismo no Pará!


Enviada por Benigna Soares
Destaque
Mais uma vez o Estado do Pará é exaltado como samba enredo do Carnaval do Rio de Janeiro. Desta vez a homenagem vem do Grêmio Recreativo da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, que leva à avenida o samba enredo ‘Pará, Muiraquitã do Brasil’, assinada por Mário Monteiro, Kaká Monteiro e Cahê Rodrigues, com interpretação dos carnavalescos Wander Pires e Dominguinhos do Estácio. Apesar de carioca, Dominguinhos é devoto há 37 anos de Nossa Senhora de Nazaré e vem à capital paraense todos os anos acompanhar a procissão do Círio.
Foto: Blog Turismo Paraense.

O samba-enredo destaca a natureza, cultura, dança, crenças, etnia e a gastronomia do povo do Pará, entre outros aspectos que dão a ele o status de obra-prima da Amazônia.
A escola escolheu para as fantasias cores fortes e vibrantes que brincam entre si como: verde, vermelho, amarelo, laranja e o preto, que em meio a adornos, penas e plumas, expressam a lenda do ‘muiraquitã’ ( amuleto da sorte de cor verde em forma de sapo). A força do índio e os saberes dos ancestrais que aqui habitavam fazem desse enredo uma poesia em forma de samba.
A escola, que no mês de outubro se apresentou no estande da Paratur, que visou a promoção do Pará na Feira das Américas (Abav 2012), no Rio de Janeiro, promete além de muita alegria e samba no pé, fechar o desfile com uma grande homenagem ao Círio de Nossa Senhora de Nazaré, conhecido mundialmente como a maior manifestação de fé religiosa que acontece todos os anos no mês de outubro.
“Não tem nada mais atual, mais na moda, do que o Pará, com sua diversidade cultural, sua culinária, sua música e a biodiversidade da Amazônia. Por isso resolvemos fazer essa homenagem ao Pará, para contar um pouco da história do Estado”. Justificou Wagner Araújo, diretor da G.R.E.S Imperatriz. Ele explicou que a escola, que já foi campeã oito vezes do carnaval do Rio de Janeiro, aposta na sorte que o Pará vai trazer aos três mil brincantes para ser campeã novamente em 2013. “A Imperatriz Leopoldinense vai desfilar com três mil brincantes, sete carros alegóricos, bateria com 270 ritmistas, 100 integrantes na ala das baianas, 100 crianças, entre outros componentes que vão simbolizar a cultura indígenas e outras joias naturais do Pará”, como afirmou Wagner.
A carnavalesco Dominguinhos do Estácio diz que a homenagem ao Pará no Carnaval 2013 é “a realização de um sonho”, que está sendo possível graças a uma conversa que ele teve com o governador Simão Jatene. “Era um sonho meu. Como eu já havia cantado o Círio, achava que era mais expressivo, agora, cantar o Pará”, disse Dominguinhos, ao lembrar que o samba-enredo 'Pará, o Muiraquitã do Brasil' foi escolhido entre 21 propostas do Rio de Janeiro e 17 do Pará, apresentadas inicialmente.
A presidente da Paratur, Socorro Costa, destaca esse momento especial pelo qual o Estado vem passando, com uma projeção crescente na mídia e aceitação dos produtos turísticos no mercado. “O Governo do Estado, através da Paratur e da Setur, vem investindo intensivamente nas ações previstas no Plano Estratégico Ver-o-Pará, que aponta como missão prioritária colocar o Pará na liderança dos destinos turísticos na Amazônia. Recebemos o ministro Gastão Vieira em Belém durante o Círio e ele próprio concordou que esse é um produto muito forte, e que a região tem importantes segmentos a serem comercializados no Brasil e exterior", disse Socorro, para quem a homenagem da Imperatriz Leopoldinense vem reforçar esse trabalho de promoção e divulgação do Pará.
Para o secretário de Turismo da Paratur, Adenauer Goes, o carnaval não é só um evento festivo, mas sim, uma oportunidade de vitrine para o turismo do Pará.
”O Pará é o maior acervo cultural da Amazônia, onde a beleza das nossas terras, praia e igarapés, nossa culinária exótica e outros aspectos atraem milhares de turistas do mundo inteiro ao longo do ano. Esse turista traz uma rentabilidade para o trade e para o Estado”. Diz o secretário, que vem acompanhando de perto a equipe da Imperatriz Leopoldinense em seus preparativos para o grande desfile.
“Estivemos recentemente no Rio de Janeiro, acompanhando a cantora Gaby Amarantos em uma bela participação no lançamento do CD com o samba enredo do carnaval 2013 e estamos confiantes de que mais do que uma homenagem ao Pará o desfile dará a vitória à Imperatriz Leopoldinense e enaltecerá o nosso Pará como “Muiraquitâ do Brasil e Obra-Prima da Amazônia”. Disse Adenauer.
PROMOÇÃO – Mais de 400 vagas foram disponibilizadas aos paraenses que queiram participar do grande desfile da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval 2013, no Rio de Janeiro. A idéia é dar visibilidade ao Pará, enquanto obra-prima da Amazônia, aproveitando o carnaval como vitrine. Setur e Paratur em sintonia com diversos parceiros estão trabalhando estratégias para o sucesso dessa iniciativa.
Durante o ensaio geral das escolas de samba, no último sábado, no Rio de Janeiro, a Imperatriz Leopoldinense já mostrou um pouco da beleza e do encanto com os quais pretende contagiar os jurados e o público no desfile oficial em fevereiro. A promessa dos dirigentes é que os cerca de 2.800 brincantes conquistem para a Imperatriz mais um título. Além de Gaby Amarantos, que já confirmou participação, outros artistas da terra estão sendo convidados.
Leia o restante da matéria:
Atenciosamente,
Benigna Soares
Gerência de Comunicação (GEC)
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RUMO AO ESPAÇO


Agora os brasileiros podem embarcar em uma viagem espacial. A paulistana Sanchar Tour firmou uma parceria com a holandesa Space Expedition Curaçao(SXC) e se tornou a operadora oficial dos roteiros a bordo da Lyns(foto), que comporta apenas dois visitantes por vez. A aventura de sessenta minutos custa cerca de R$200 mil e a primeira partida está prevista para acontecer em março de 2014.
 
Fonte: Revista Host. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Panamá: pequeno notável

Compras, hotelões a bons preços e um Caribe encantador ainda por ser descoberto. O Panamá é muito mais do que seu famoso canal,
 
Foto: Heeb Christian/Keystone
O skyline moderno de uma Cidade do Panamá em expansão

O skyline moderno de uma Cidade do Panamá em expansão

Embora não tenha o tamanho de Santa Catarina, o Panamá vive causando. Há 3 milhões de anos, a tripinha que emergiu das profundezas da Terra transformou um oceano em dois, uniu continentes e mudou para sempre o clima e a biodiversidade da região.
 
A faixinha de terra de 80 quilômetros em média, entre o Pacífico e o Mar do Caribe, tornou-se ao longo dos tempos um lugar disputado. Os espanhóis, no século 16, usaram-no como entreposto de distribuição para suas colônias do Pacífico, ainda que as montanhas e a floresta tropical não lhes dessem vida fácil. O Panamá se libertaria da Espanha no século 19, mas passaria a integrar a Colômbia até 1903, quando os americanos entraram em cena. De olho no controle do que viria a ser o Canal do Panamá, Tio Sam ajudou a minar a relação com a Colômbia. Em 1914, a ligação entre os oceanos foi inaugurada e os americanos mantiveram até 1999 uma longa soberania sobre o Canal.
 
Hoje o Panamá, com seus 3,5 milhões de habitantes (1,4 milhão na capital, Cidade do Panamá), vive um bom momento econômico. A ampliação do Canal, prevista para 2014, tem ajudado o país a manter uma taxa de emprego elevada e a diminuir a enorme desigualdade social, comparável à do Brasil. Hub natural do continente americano, tem facilidades para o turista, como um seguro de saúde gratuito válido por 30 dias e o uso sem cerimônia do dólar americano, a moeda oficiosa do país, aceita em qualquer situação. As atrações do país vão além do Canal, da Zona Livre de Colón (segunda maior área livre de impostos do mundo, depois de Hong Kong) e dos hotelões cinco-estrelas de bandeiras americanas com diárias desde US$ 150. O que vai além pode ser traduzido por uma palavra: Caribe.
 
Com os primeiros voos da Copa para o Brasil, em 2000, o Panamá passou a existir para nosotros. Hoje são 74 fequências semanais partindo de sete capitais brasileiras. Em 2011, cerca de 47 mil compatriotas visitaram o Panamá, número comparável ao de brasileiros em Cancún. “Está sendo ótimo. Com o que gastaríamos num resort na Bahia, vimos um país diferente, com direito a comprinhas”, disse-me a advogada Clara Martins, de São Carlos (SP), que passeava pelo shopping Albrook, na Cidade do Panamá, com o marido e os dois filhos (veja mais sobre compras no país na próxima página).
 
Miami com tapumes
Ao aterrissar na Cidade do Panamá, pensei que chegava a uma Miami sem muito glamour – e cheia de tapumes. Ao longo da Cinta Costeira, o calçadão que contorna a Baía do Panamá, há ruas interditadas para a construção de um metrô, previsto também para 2014. Para o ano que vem, deve ficar pronto o Biomuseu, o primeiro projeto na América Latina assinado pelo badalado arquiteto canadense Frank Gehry. O edifício terá oito galerias e um jardim botânico e deverá contar a história biológica do país.
 
A região central da Cidade do Panamá impressiona por seu skyline de metrópole moderna, cada vez mais adensada. Sobressaem The Panamera, o único Hotel Waldorf Astoria da América Latina, e o edifício em forma de vela de 70 andares que abriga o Trump Ocean Club, o primeiro hotel do magnata Donald Trump fora dos Estados Unidos. Eu me hospedei ali. No lobby, quem nos recepciona é uma senhora de proporções generosas, deitada languidamente de bruços. Não é o que você está pensando, mamas uma escultura do colombiano Fernando Botero, Donna Sdraita con Fruto. As 369 acomodações do hotel são pomposas, mas o que impressiona mesmo são as piscinas de borda infinita que parecem cair no mar daquele 13º andar. Admire dali a noite e as luzes da cidade e aproveite a brisa para se refescar do calor constante de 31 graus.
 
O Panamá colônia, ou o que seria um Panamá planta baixa, está no lado oposto da baía, no Casco Antiguo, do século 17. Entre construções como o Convento de Santo Domingo e a Catedral Metropolitana estão casinhas coloniais que guardam restaurantes, bares, lojinhas de design, galerias de arte e alguns hotéis- butique. Os tapumes da cidade em transformação atrapalham o footing, e a iluminação deficiente à noite inibe a circulação. Vale, de toda forma, pegar uma mesa no Manolo Caracol, restaurante de um espanhol figura cujo propósito em vida deve ser emborrachar seus clientes com um vinho igualmente espanhol que serve como cortesia. A comida é muito recomendável. Optei pelo menu de nove pratos, com direito a lagosta macia e suculenta, que custou US$ 37. Ao sair de lá, uma cena inesperada: vi a rua ser invadida por mulheres usando vestidões rendados (as polleras) e que faziam um auê com tambores e também distribuíam colares de contas e mojitos para quem passava. Era uma promoção de um bar que aniversariava. A festinha colonial, mesmo que fake, me trouxe uma sensação de estar no lugar certo na hora certa. Ali estava o Panamá colorido, dançante e chévere (“maneiro”, para os locais) que eu ainda não havia descortinado na capital dos edifícios metálicos e imponentes.

Panamá: Um dia de ócio em San Blás
Um dia de ócio em San Blás - Foto:Alvaro Leiva/Keystone
 
Vai dar praia
Os panamenhos, que jogam beisebol e são bons também no atletismo, têm uma reação meio clubística quando você lhes pergunta onde pegar uma praia. Surfistas que vão para o lado do Pacífico à parte, a questão tem cores exclusivamente caribenhas. Há os que morrem de amores por San Blás, e há os do time de Bocas del Toro.
 
San Blás, que figurou entre os 100 destinos mais bonitos do mundo da VT de outubro, é uma das sete regiões indígenas semiautônomas do país. O arquipélago é comandado por 50 mil índios kunas. Há 365 ilhas – e só 10% disso é habitado. Se você não é kuna, mas pretende abrir um negócio ali, a saída é se casar com alguém da tribo – aquilo que o antropólogo Darcy Ribeiro chamava de “cunhadismo” no Brasil.
 
Para chegar a San Blás é preciso dirigir por três horas em uma estrada de curvas ingratas desde a capital. Aí, uma rápida travessia de barco leva a ilhas como Aguja e Perros. Mas há outras, muito mais distantes da costa, acessíveis por voos (da Air Panama, US$ 75). A principal ilha é El Porvenir. Se o Panamá está ainda por ser descoberto, San Blás está em um estágio anterior. Muitas das ilhas são ocupadas apenas por coqueiros. A cor da água, que varia entre o verdeclaro e o turquesa, hipnotiza e deixa ver recifes de corais em alguns pontos. Há hotéis, ou quase isso, com cabanas com banheiro nas quais ventilador de teto e água quente são quase uma extravagância. O tempo passa devagar, e a vida pode ser muy dulce quando se espera pelo peixe fesco com patacones (banana-daterra fita) em um quiosque pé na areia.
 
Contas e lenços
Os kunas, que podem parecer um tanto refatários no começo, acabam por se aproximar, especialmente quando querem vender ao turista um passeio de barco. E, apesar de os mais novos estarem de bermuda e portarem smartphones, a língua é preservada e as mulheres usam trajes típicos: contas coloridas nos tornozelos, lenços na cabeça e roupas com aplicações de camadas de tecidos, um estilo de artesanato chamado mola. Os kunas vendem painéis e pulseiras de mola, suvenires bacanas que você vai ver em lojas pelo país. Mas é mais recompensador comprar direto da fonte.
 
Bocas del Toro é outra história. O arquipélago, na fonteira com a Costa Rica, tem nove ilhas, 50 cayos (ilhas menores e geralmente não habitadas) e outras 200 ilhotas brilhando intensamente no Mar do Caribe. Cerca de 9 mil pessoas vivem ali, de índios a descendentes de jamaicanos e outros povos que chegaram no começo do século 20 para trabalhar em uma base da gigantesca empresa americana United Fruit Company. Hoje, em Bocas, é mais fácil ouvir inglês do que espanhol. Um voo de uma hora liga a Cidade do Panamá a Bocas Town, na Isla Colón, a principal.
 
Bocas Town é uma vila com poucas ruas e casinhas de madeira coloridas, muitas em palafitas sobre a água, onde eu vivi algumas sensações etéreas. Enquanto esperava ficar pronto o delicioso smoothie de banana do Café La Buguita, Juan Carlos, um velhinho magro e desdentado, leu a palma da minha mão. Viu “vida longa” e disse que eu teria dois filhos. No curto prazo, falou que eu teria “duas boas surpresas até o final de 2012”. “Não vou contar quais são”, tripudiou. Fiquem sem saber o que vem por aí, mas posso arriscar que Bocas contou como a primeira surpresa.
 
Pensei nisso ao ver o mar. A água é sempre transparente e cheia de peixinhos, não importa se você está em um cayo ou no píer bagunçado lá de Bocas Town. Na rua principal da cidade estão dezenas de pequenas agências que levam aos tours pelas ilhas. O destino mais pop é a Praia de Red Frog, na Ilha de Bastimentos, onde a profusão de iates e os bangalôs chiques recém-construídos mostram que o progresso tarda, mas não falha. Mas o feitio simples de Bocas Town, as paisagens preservadas com vegetação intensa e ilhas idílicas desabitadas fazem com que o arquipélago esteja muito longe de perder o jeitão de Los Roques de anteontem.
 
Bocas é um destino para ficar, e não para fazer um bate e volta. Permita-se passar o dia em Boca del Drago, a praia top de Colón, e nadar entre as inúmeras estrelas-do-mar da Playa de las Estrellas; mergulhar entre os corais multicoloridos de Cayo Coral e pedalar no fim de tarde até a Playa Bluff para ver as ondas bravas quebrando na areia. Houve outros, mas elegi como meu grande momento a visita a Cayo Zapatilla, onde eu e mais meia dúzia de sortudos desmontamos na areia e ficamos horas brincando de contar os tons de azul da água.
 
Bocas serviu para inverter a máxima batida da primeira impressão que fica. De agora em diante eu vejo estrelas-domar e corais sem fim no Panamá.
 

Travessia Belém-Marajó terá novos horários

A travessia de balsa entre Belém e o Arquipélago do Marajó, via porto de Camará, tem novos horários. Em reuniões realizadas pela Agência de Regulação e Controle de Serviços Públicos (Arcon) com os prefeitos dos municípios de Soure e Salvaterra e as empresas operadoras dos serviços, foi assegurada a implementação, em caráter experimental por 90 dias, de viagens extras para atender a demanda dos moradores da região e visitantes.
 
A partir de agora, há viagem à tarde, às 16 horas, nas segundas, terças e quintas feiras, partindo do porto de Icoaraci. De Camará para Belém também foi estabelecido mais um horário, além do retorno já feito à tarde. Nesses três dias da semana, às 7h, uma balsa sai de Camará para Icoaraci. Antes, quem precisava ir de balsa de Belém até o porto de Camará só podia viajar pela manhã.
 
“Nossa meta é melhorar a qualidade dos serviços de transporte no Marajó, e essa é uma das ações para atingi-la”, informou o diretor geral da Arcon, Antônio Bentes Neto. Segundo ele, até o final do primeiro semestre deve entrar em operação um “ferry boat”, com capacidade superior a das balsas que já operam na região, a fim de ampliar e melhorar esse serviço. A Arcon está estudando a possibilidade de a embarcação realizar viagens diárias para o Marajó.
 
Fonte: Agência Pará.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2013

Amigos, amigas e demais pessoas que acompanham nosso Blog, desejo um FELIZ NATAL  e um abençoado 2013, com muita saúde, paz, sucesso profissional, harmonia em família, sempre havendo bons motivos para tantos sorrisos. É isso...Deus nos quer sorrindo neste novo ano que Ele nos dá de presente. MUITA LUZ!!! 
 

sábado, 17 de novembro de 2012

FALANDO DE TURISMO: CONHEÇA O HOTEL ILHA DO MARAJÓ


O Hotel Ilha do Marajó, localizado na cidade de Soure, é o mais estruturado hotel da ilha operando no sistema de hospedagem e excursões, conhecendo o que de mais belo existe no Marajó. Esperamos contar com sua visita para um trabalho produtivo e de grande valia na exploração desse potencial que é o Marajó e desde já colocamos a vossa disposição para quaisquer dúvidas e necessidades que estejam ao nosso alcance.

Conheça nossas Tarifas de Hospedagem, e tenha a certeza desde já que possui agora em suas mãos os melhores preços do mercado além da melhor qualidade em serviços.
Nossa Estrutura:- 36 apartamentos
- Restaurante
- Piscina (Adulto e infantil)
com "Bar Molhado"
- Bar
- Quadra de Vôlei
- Sala de Reuniões
- Quadra de Tênis
- Sala de Jogos (sinuca, ping-pong,
pebolim, carta, dama e dominó)
 

 
Localização:
CIDADE DE SOURE - Principal cidade da Ilha de Marajó banhada pela baia do Marajó e Rio Paracauari. Cidade estruturada, bares, bancos (Brasil e Basa), Hospital e Aeroporto.
O Hotel situa-se na 2ª travessa, nº 10, a 05 minutos do centro da cidade.

Vias de Acesso:
Aéreo - Avião (sob consulta)
Barco Belém/Camará:
Embarque no Galpão 09 das Docas do Pará
Horário: Segunda a Sábado: 06:30h e 14:30h, domingo 10:00h
Retorno: Segunda a Sábado: 06:30h e 15:00h, domingo somente às 15:00h
Balsa Belém/Camará:
Diariamente às 6:30h. Saídas do trapiche de Icoaraci. Passagens vendidas no Box no Terminal Rodoviário (Tel: 3246 7472).

Excursões para grupos.

 

 
  As Tarifas de Hospedagem 


 
As excursões incluem:
Traslados em Belém e na Ilha.
Passagens de barco de ida e volta (classe Regional).
Hospedagem com café da manhã no "HOTEL ILHA DO MARAJÓ"
(Aptos. Com ar condicionado, telefone, televisão, frigobar, banheiro
privativo e varanda).
Passeios de acordo com a programação escolhida.
Guia acompanhante.
 
 
Hotel Ilha do Marajó: Trav. Segunda, 10 - Matinha - Cep: 68.870-000 - Soure - Pará
Fone/Fax: (91) 3741-1315


IARA Turismo: Av. Gv. José Malcher, 815 Ed. Palládium Center Loja 8 - Nazaré CEP: 66055-260 / Belém - Pará - Reservas: (91) 4006-3852( Fernanda). E-mail: iara@amazonet.com.br
 
FONTENELE Turismo:  Av. Gv. José Malcher, 815 Ed. Palládium Center Loja 8 - Nazaré CEP: 66055-260 / Belém - Pará - Reservas: (91) 4006-3859(Fátima) E-mail: fonteneletur@yahoo.com.br